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I wish I could have you.
 
 
 
 
 
 
a insustentável leveza do ser.
 
 
 
 
 
 
This whole world's wild at heart and weird on top.
 
 
 
 
 
 
detestável, detestável.
 
 
 
 
 
 
This isn't Dallas, it's Nashville!
 
 
 
 
 
 
a felicidade está num copo de suco de maracujá.
 
 
 
 
 
 
agora eu tenho mais um motivo pra acordar com a cabeça doendo.
 
 
 
 
 
 
vivo me apaixonando.
todos os dias.
 
 
 
 
 
 
e se eu for o primeiro a prever e poder desistir do que for dar errado...

what if you could go back in time and take all those hours of pain and suffering and replace them with something better?
 
 
 
 
 
 
-Today, or yesterday, I can't really define when, but, anyway, I have discovered that if I think to much about a random something, I can't even dream about it. it is like, if I imagine that I’m going to see a movie with you, I close my eyes and then I see the movie with you, I don't know which movie we're seeing, but I definitely know that I am with you.
-But, how, like, from nowhere? But, how do you choose the things you think?
-I don't choose, I just lay down my head in the pillow, and sleep. when I wake up - I don't know if you remember, but I have problems in sleeping - anyway, when I wake up the things that I have saved only for me start to flow from some place of my brain to another, and then, I close my eyes again, and dream.
-Well, I wish I could have this ability too, this is what I have to say.
-So, shut up, then, you are really full of shit, you know nothing about it.
-Free aggressiveness? For free?
-I’m sorry, it is just because, there is a fucking, like, a big fucking problem, a huge fucking problem with this fucking ability. Before your questions, let me put it straight to you. If I think too much, or, maybe, if you think too much about a random something, you can dream with it anywhere, at anytime. But, just try to pick me up, if we think too much about this random something, we all can dream about it.
-I don't dream.
-So you are the greatest idiot that I have ever met.
 
 
 
 
 
 
resenha;
O filme Caché, escrito e dirigido por Michael Haneke, tem como foco principal a história de uma família aparentemente comum e bem sucedida, composta por Georges Laurent (Daniel Auteuil), sua mulher Anne (Juliette Binoche) e o filho Pierrot (Lester Makedonsky). A rotina dos Laurent começa a sofrer profundas mudanças quando uma misteriosa fita de vídeo, com horas de imagens da rua onde moram, é enviada a eles seguida por um estranho desenho infantil.
A família continua recebendo fitas semelhantes à primeira que fazem com que Georges reviva acontecimentos que ele havia escondido em seu inconsciente, e desconfie que a pessoa que as está enviando é alguém que ele prejudicou no passado e que agora voltou para se vingar. Caché é um drama angustiante, e torna seus espectadores cúmplices de George Laurent, que, com o decorrer dos acontecimentos, se mostra um homem frio e agressivo, cada vez menos vítima.
O filme é composto por diversos fatores como a falta de trilha sonora (prevalecem o som-ambiente e o silêncio), a iluminação sombria da casa da família Laurent e as conversas com poucos cortes e montagens lentas quase em tempo real, que transformam Caché em um suspense psicológico de primeira.
De uma maneira inovadora o filme confunde o público, que em determinados momentos não sabe se está observando a vida de Georges pelo olhar de Haneke, do espião ou pelos olhos de Georges e Anne após receberem a fita.
É inevitável falar de Caché sem citar a abordagem que Haneke faz sobre as conseqüências que o presente pode sofrer quando é afetado por fatos passados, e sobre problemas entre casais como os Laurent, que tentam omitir fatos importantes sobre suas vidas e acabam desconstruindo a relação, transformando sua casa em palco de agressividade e desentendimento.
Caché mantém uma narrativa linear, mas “esconde” dos espectadores fatos que mostrariam a visão crua do diretor sobre o filme. Haneke explica essa omissão proposital, que é característica da maioria dos seus filmes, em entrevista ao site Indiewire, dizendo: "Uma das coisas mais importantes para um cineasta é usar a fantasia do espectador. O público tem que fazer suas próprias cenas, e qualquer coisa que eu mostre significa diminuir a fantasia do espectador".
Além de toda a questão de valores morais que Haneke tenta mostrar para o público de maneira implícita, o filme aborda um fator social e político bastante presente na França: a questão da xenofobia e do racismo. Os dois personagens “inimigos” no filme deixam claro suas origens francesa e argeliana, relembrando-nos que a Argélia, até a década de 60, era colônia da França e que até os dias atuais ainda existe muito preconceito entre as duas etnias.
Analisando ainda mais profundamente, é notável que Caché é uma intensa crítica aos meios modernos, que, através de câmeras de vídeo, manipulam a população mesmo propondo entretenimento. É o caso de filmes como “O Triunfo da Vontade”, de Leni Rifenstahl, que, através de belas imagens e jogos de luz ao som de Wagner, manipula a sociedade difundindo os ideais nazi-fascistas de Hitler para a população Alemã.
Caché é um belo filme, uma obra de arte cinematográfica, que retrata, de maneira real e inovadora, questões étnicas, culturais e políticas, relativas à opressão sofrida por grande parte dos imigrantes na França.
 
 
 
 
 
 
lolita é um filme ruim, indiscutivelmente. a lolita é uma pentelha e o humbert é um velho safado, isso me irrita. não é um filme bonito, a lolita não é sexy, é uma criança fazendo pirraça. o filme não tem beijo, não tem amor, não tem sexo, não tem sequer arrepios, trocas de olhares e mãos se tocando. a única coisa que presta no filme é o peter sellers e seus lindos óculos de grau.
eu realmente acho kubrick genial, mas todo mundo erra, certo?

por favor, alguém me ensina a tocar gaita direito? I suck e não aguento mais ouvir blues sem saber como se toca.
 
 
 
 
 
 
o único motivo de eu não estar postando é que eu enjoei daqui, assim como eu enjôo de qualquer coisa que permaneça na minha vida e não se mostre útil para alguma coisa.
 
 
 
 
 
 
I think only stupid people have good relationships.
That's the spirit.
 
 
 
 
 
 
I AM SO SICK OF THIS STINKIN' LITTLE BUTTCRACK OF A TOWN
 
 
 
 
 
 
eu gostaria muito de escrever o que estou sentindo agora, mas não irei.
 
 
 
 
 
 
Amor, então,
também acaba?
Não, que eu saiba.
O que eu sei
é que se transforma
numa matéria-prima
que a vida se encarrega
de transformar em raiva.
Ou em rima.
 
 
 
 
 
 
debruçado num buraco
vendo o vazio
ir e vir
 
 
 
 
 
 
perdendo tempo com a humanidade
 
 
 
 
 
 
só pra não esquecer:
A realidade é uma alucinação causada por falta de drogas no organismo.
 
 
 
 
 
 
motherfuckers are so nice
suck my dick
kiss my ass

stupid smiles
oh, sweet nothing!
 
 
 
 
 
 
uma das minhas melhores amigas, Mari, fez pra mim.
blog dela: http://osoldameianoite.blogspot.com

À você

Por que choras, Carolina? A vida ainda não te ensinou que chorar é feio? Ou foi você quem não quis aprender? Por que gritas, Carolina? Os anos não te ensinaram a fazer silêncio? Ou é sua voz que não se controla? Por que amas, Carolina? Os homens não te ensinaram a desistir? Ou foi seu coração quem te guiou? Por que danças, Carolina? A música não te ensinou a só ouvi-la? OU foi seu corpo quem se excitou? Por que ajudas, Carolina? Os maus não te ensinaram a negar? Ou foram os bons quem te fez persistir? Por que vives, Carolina? A morte não se mostrou mais vantajosa? Ou foi a coragem quem te fez ficar? Por que eu te amo, Carolina? Por tudo isso, Carolina...
 
 
 
 
 
 
mesmo todos os garotos de todas as revistas de garotas não podem me fazer sentir nada mais que solidão.
 
 
 
 
 
 
I can't take my mind of you
'til I find somebody new
 
 
 
 
 
 
everything's ok.
mas tá faltando alguma coisa...
 
 
 
 
 
 
Segunda de manhã, você acorda sabendo que tem que ir à aula. Diga à sua mãe o que espera e ela dirá que é um momento inesperado. Você sempre foi excêntrico desde o começo, e quando se fala em carreira você sempre foi lembrado pela sua arte.
Suas obsessões te fizeram famosa em toda a escola por serem estranhas.
E o rumor é que você nunca sai com garotos e não consegue se apaixonar.
Conte a sua amiga os segredos do cara que você nunca beijou. Ela tem tudo a ganhar, porque ela é uma garota gorda com receios.
No intervalo, você tenta fugir das pessoas que te procuram querendo conversas sobre nada.
E eles te acham, e eles não se acalmam. E você está sendo falsa pensando em como queria fugir de tudo aquilo?
Que diabos você pensa que está fazendo?
E as pessoas te dizem: "Você acha que é melhor que os outros alunos? Você não pode fazer aquilo."
Você tem permissão pra fazer o que quiser, mas você tem que aceitar para que eles achem que estão certos.
 
 
 
 
 
 
ampersand after ampersand

can you handle this........................................................
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agora que eu fui me dar conta que estou com dor de cotovelo nos dois sentidos.
 
 
 
 
 
 
é impossível se apaixonar por quem você não conhece.

e se eu repetir isso mais 389 vezes, talvez eu (quase) acredite.
 
 
 
 
 
 
o cansaço psicológico que existe só de pensar em conhecer uma pessoa e se envolver afetivamente com a mesma é tão grande, que nem forças pra pensar em conhecer alguém você tem mais. aquilo que te alimenta é aquilo que consome e consome suas energias. é aquilo que tira seu sono, mas faz com que você não queira se levantar pela manhã. e enfrentar. e aceitar. como se fosse fácil. como se fosse possível. como se alguém fosse sacudir os braços gritando desesperadamente que te entende e que tem a solução. você tem a solução? deveriam existir sinais de intervalo na sua vida, que soassem e te dessem um descanso de tudo que você quer se livrar, e que te deixassem sentir o vento gelado batendo forte em seu rosto. você respiraria aliviado.
 
 
 
 
 
 
nunca pague 40 reais a um taxista pra ele te levar a lugar nenhum, porque você terá que pagar 40 reais, de novo, pra ele te levar de volta.
 
 
 
 
 
 
MSN é irritante demais, definitivamente não é pra mim. como conversar com várias pessoas, sobre vários assuntos diferentes, ao mesmo tempo, sem qualquer espaço de tempo pra, sequer, descansar os dedos? quem raios inventou aquela droga de botão que faz com que sua janela balance? você demora um segundo pra responder e as pessoas sacodem sua janela de conversa, mandam mensagens em flood e repetem dezenas de smiles (que não são mais smiles, agora são michael jacksons e sérgio malandros que se mexem! [e deixam seu computador lerdo]). é muita cor, muito barulho, muitas janelas piscando e pedindo uma atenção que você, simplesmente, NÃO TEM. não adianta ter 3 msns, não adianta deixar "Away" e não adianta bloquear contatos mais incovenientes, a minha paciência tem limites, sim. não é falta de vontade de conversar com as pessoas, mas é como atender 10 telefonemas ao mesmo tempo! eu não trabalho na Bolsa e, definitivamente, não consigo sustentar nem a minha carência, quanto mais a dos outros. desculpem, talvez seja a minha taxa de tolerância que está mais baixa hoje, mas gostaria de mandar o MSN, seu criador, as pessoas que o usam, e, especialmente o botão que faz a tela tremer, pra puta-que-os-pariu.
 
 
 
 
 
 
acordar, mesmo sem ter dormido. e a vontade de fazer tudo e nada, mais nada do que tudo. pensar se seria mesmo necessário levantar pra fazer tudo aquilo que você deveria fazer mesmo achando que não adiantaria nada. e aquela constante repetição de vogais e consoantes e palavras e espaços, espaços, muitos espaços. vazios. e cheios. cheios de tudo, que não valem nada. e os espaços entre você e aqueles seres estranhos, bípedes, apressados e famintos são cada vez maiores. tão maiores que se assemelham a linha comprida do horizonte que você vê quando olha pra frente. e pra trás. e pros lados. nada.
talvez fosse bom se fizesse silêncio, mas os barulhos internos impedem o seu sono. e o barulho lá fora precisa ser maior para que os zumbidos e chiados sejam ignorados. e ignorados talvez eles sumam. assim como sumiram aqueles que te disseram que um dia te salvariam. talvez fosse bom se fizesse silêncio.